Um homem considerado inútil, um tolo e um incapaz, vendeu sua alma ao demônio. O que poderia obter em troca? Beleza? Poder? Riqueza? Autoridade? Que todas as regras deste mundo sejam subvertidas, e que sigamos as pegadas do demônio... "Eu sei, chegará o dia em que este mundo estará sob meus pés!" — Du Wei 【Novo romance de Xiaowu, uma obra garantida por Xiaowu, completa do início ao fim!】 Palavras-chave do romance: Du Wei, demônio, regras, obra de Xiaowu
Quando revisitamos a história, frequentemente nos damos conta de que, sob o impetuoso fluxo dos acontecimentos, mesmo os líderes mais sagazes não estão livres de momentos de confusão e torpor.
—— "Crônicas do Império, Episódio 35, Registro 7 — Reflexões sobre a Era de Roland"
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Era uma tarde de verão, sob o sol inclemente que derramava sua luz ardente sem piedade. Para receber o iminente desfile triunfal, o cais número um estava circundado por uma multidão de guardas imperiais trajando armaduras escarlates, bloqueando completamente a passagem.
E a cem passos do perímetro do cais, soldados da delegacia de segurança da capital imperial, extenuados e quase derrotados, empregavam todas as forças de que dispunham. Suas roupas estavam rasgadas, os ombros outrora reluzentes agora despojados das insígnias, os chapéus arrancados e até muitas botas perdidas sob a multidão.
A impotência dos mil soldados incumbidos de manter a ordem era evidente diante dos mais de cinquenta mil entusiastas cidadãos da capital que se aglomeravam para assistir ao evento.
Com flores, vivas, aplausos — e, claro, não faltavam jovens donzelas dispostas a oferecer seus beijos e até sua honra — a multidão fervilhava em tal alvoroço que os soldados sentiam-se como um barco avariado em meio ao oceano, prestes a ser engolido pelas ondas a qualquer instante.
O invejável era estar entre os guardas do perímetro interno do cais, que, serenos em seus pelotões, exibiam as reluzentes armaduras recém-distribuídas e não temiam ter o rosto arranhado por algum cidadão e